O método
Você não falha por falta de capacidade. Você trava por falta de um modelo.
O método da SD organiza o consultório como negócio: o modelo no centro, cinco pilares que o sustentam e o Plano de Acompanhamento que põe tudo de pé. Nasceu do teto que o Dr. Lorenzo Tomé bateu na própria carreira.
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1O modelo de negócio
Tudo começa pelo modelo, não pelo esforço.
O sistema tradicional paga pelo evento: a consulta, o exame, o procedimento. Quanto mais você atende, mais ele cobra de você. No centro do método está outra coisa: ser remunerado pelo cuidado contínuo, com receita recorrente e ética.
“Margem não se conquista correndo mais. Ela se constrói mudando o modelo.”
2Pilar 1 · Gestão
Gestão é raciocínio sobre o negócio.
É planejamento e decisão, com indicador na mão. Se você vai de São Paulo a Belo Horizonte e passa por Três Corações depois de seis horas em vez de três, aconteceu alguma coisa. Isso é um indicador. No consultório é igual: agenda, retorno, caixa.
“Sem gestão, a competência clínica tem um teto natural.”
3Pilar 2 · Marketing
Marketing é geração de demanda.
É a caixa d’água do consultório: sem ela cheia, não sai nem o sabão. Marketing é o que faz o paciente decidir mandar uma mensagem para a sua secretária. Ponto. Para aí o marketing.
“Se 100% dos seus pacientes estão agendando, você não está fazendo marketing bem feito. Você está deixando dinheiro na mesa.”
4Pilar 3 · Vendas
Conversão com ética.
É uma corrida de bastão: o marketing passa para vendas. A venda simples, a consulta, é da secretária. A venda complexa, o plano e o procedimento, é do médico, inclusive falar o preço. Quem diz não é o paciente.
“Vender é uma fração do cuidado. E não o cuidado uma fração da venda.”
5Pilar 4 · Finanças
Previsibilidade e segurança.
Saber se dá para investir na reforma, a hora de subir o ticket, se o aluguel está caro. Isso se faz com um DRE, não com a sensação do fim do mês. A sazonalidade que tanto médico sente é sintoma. A causa é a falta de previsibilidade de caixa.
“Previsibilidade não é sobre adivinhar o futuro. É sobre ter tempo de reagir ao futuro.”
6Pilar 5 · Tecnologia
Escala e eficiência.
Software é tudo aquilo que tira atrito e melhora processo: prontuário, agenda e CRM conversando, o que é rotina automatizado, inteligência artificial onde faz diferença. E só onde faz diferença.
“Quantos leads chegam por dia? Quinze? Não precisa de inteligência artificial. Treine a sua secretária.”
7Por cima de tudo
O Plano de Acompanhamento é a prescrição que põe o modelo de pé.
No Brasil, cerca de 74% dos óbitos vêm de doenças crônicas, segundo o DataSUS. O paciente que só aparece na crise não está sendo cuidado. O plano muda o cuidado do reativo para o contínuo, do transacional para o relacional. Para ele, é ser acompanhado de verdade. Para você, é receita recorrente.
“O plano de acompanhamento não é um produto. Ele é uma prescrição.”
8O método inteiro
Cinco pilares no mesmo ritmo, como uma engrenagem.
Estrutura gera margem. Margem gera tempo, estratégia e clareza. E isso gera mais valor para o paciente e um consultório que dura. É esse o ciclo que a escola ensina a montar, pilar por pilar, no seu caso.
“Você não fez medicina para ser parte da máquina. Você fez medicina para construir o seu sistema.”
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De onde vem
Um radiologista que bateu no teto e foi estudar negócios.
O Dr. Lorenzo Tomé é radiologista, especialista em ressonância musculoesquelética. Em algum momento percebeu que estudava cada vez mais e os honorários não cresciam. Quanto mais especialista ficava, menos o laudo dele valia. O aumento do ano só vinha de mais carga horária.
O primeiro passo foi fechar três horários da agenda, com uma queda de 30% na receita, para ter tempo de pensar o próprio negócio. Dali vieram o mestrado em negócios, o podcast em 2018 e a escola.
O método é o que ele aplicou no próprio consultório e, desde então, em mais de 150 médicos que estruturaram planos de acompanhamento.
Dois modelos
O problema não é a medicina. É o negócio em que você está na medicina.
O sistema tradicional
- A receita depende do volume de consultas
- O paciente volta só depois de um susto
- Agenda cheia, margem curta
- Um mês fraco desorganiza o consultório
- O médico é vendido no minuto: três, quatro, cinco, próximo
O modelo que a SD ensina
- Uma parte da receita é recorrente e previsível
- O paciente é acompanhado com metas, entre uma consulta e outra
- Menos volume, mais margem e mais tempo por paciente
- O mês seguinte é planejado com números
- O preço é justificado pelo valor entregue, não pelo tempo gasto
É ético?
Sim, quando é feito com método.
O acompanhamento contínuo bem estruturado é melhor para o desfecho clínico do que consultas soltas. O que torna um plano ético é o critério: indicação clara, metas combinadas, preço justo e o paciente livre para escolher. Oferecer o melhor cuidado que você sabe dar é um ato de respeito. Quem decide é o paciente.
“Plano de acompanhamento é para toda especialidade, mas não é para todo médico.”
Como funciona na prática
- ›Você define para quem o plano é indicado
- ›Leva o paciente primeiro à linha de base, o que você já sabe fazer
- ›Desenha a jornada dele ao longo dos meses, com metas
- ›Precifica com margem, sem copiar tabela
- ›Apresenta o plano sem se sentir vendedor
- ›Acompanha com a equipe treinada e monitora entre as consultas
Onde aprender a montar o seu
Quatro Programas, o mesmo método. Muda a profundidade e a companhia.
Vamos olhar o seu caso.
Dois encontros individuais, sem custo e mediante aplicação. Você sai com um plano de ação, qualquer que seja a sua decisão depois.
Metodologia aplicada por mais de 500 médicos, no Brasil e em outros países.
